Em 2024, o Judiciário brasileiro recebeu 74.358 ações por danos na prestação de serviços de saúde — cerca de 203 por dia. Basta uma alegação para o médico ter que gastar caro só para provar que fez tudo certo. O seguro protege seu patrimônio, sua defesa e sua reputação.
Os números não medem só o erro — medem o risco de ser acusado. E esse risco cresce todo ano, no Brasil e no mundo.
Mesmo absolvido, o médico paga a defesa nas três esferas onde pode ser acionado. Veja uma simulação com base num pedido de 200 salários mínimos de danos morais.
Some a defesa das três esferas à indenização (R$ 282 mil) e à sucumbência (R$ 28 mil). O prejuízo salta para um patamar que pode custar a aposentadoria, os bens e o futuro da família.
Valores ilustrativos, baseados em honorários de mercado e num pedido de 200 salários mínimos. Custos reais variam conforme o caso, a comarca e os profissionais contratados.
A paciente chegou ao hospital sem qualquer sintoma para uma cesariana e saiu com paraplegia. O processo se arrastou até 2025, quando o STJ manteve a condenação — do hospital e dos médicos, de forma solidária. Casos como este mostram por que a proteção não é sobre "errar feio": é sobre o desfecho, a perícia e o tempo.
Cada processo é analisado a partir do laudo, da perícia e da prova. O seguro custeia advogados especializados em direito médico e assistentes técnicos para sustentar a sua versão — que é o que realmente pesa na decisão.
Da reclamação no consultório à ação penal — incluindo os honorários de advogados e peritos para provar que você seguiu o protocolo.
Lesões, sequelas, invalidez e morte — despesas médicas, tratamento e pensionamento ao paciente.
Abalo psicológico ao paciente e à família, inclusive o dano moral "puro" — quando há condenação sem dano corporal.
Marcas, cicatrizes e deformidades — um risco que não é exclusivo de cirurgiões plásticos.
Honorários de advogados e assistentes técnicos para provar, com perícia, que você agiu corretamente.
Defesa em inquérito, ação penal por homicídio culposo e processo no Conselho Regional de Medicina.
Coberturas adicionais para chefe de equipe, diretor clínico ou técnico, preceptor e pessoa jurídica.
Cada especialidade tem um perfil de exposição diferente. A cotação é feita sob medida para o seu.
Não errar não impede que você seja processado. Basta a pessoa alegar um dano para você enfrentar uma sindicância no CRM ou uma ação judicial — e provar que agiu certo custa caro. O seguro existe justamente para bancar essa defesa.
Depende de com o que você compara. Um prêmio de R$ 5 mil ao ano, diluído em 960 consultas, dá cerca de R$ 5,20 por atendimento. Do outro lado, um único processo pode passar de R$ 400 mil só entre defesa e condenação.
Não. O juiz avalia a culpa a partir das provas e da perícia do processo, independentemente de existir ou não apólice. Além disso, o médico não é obrigado a informar que tem seguro — a apólice não entra na ação judicial.
Ótimo — mas defesa em direito médico é uma especialidade, e o custo não é só a peça processual. O seguro cobre honorários de advogados especializados e de assistentes técnicos e peritos, que são quem sustenta a defesa tecnicamente. Sem eles, o valor sai do seu bolso.
Depende da sua especialidade, do volume de atendimentos e do perfil de risco. Numa conversa rápida a gente calcula o limite ideal e monta a cotação com as seguradoras adequadas ao seu caso.
Fale com a Confiance e receba uma cotação de RC Profissional sob medida para a sua especialidade.